terça-feira, 30 de Dezembro de 2008

Zeitgeist, o Filme, Portuguese





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Zeitgeist, Addendum, (portuguese)

ÓpioMakers!


























"2008 foi o ano da crise. _Uma crise que deve ser encarada com naturalidade porque está na própria matriz do capitalismo. Por definição, o capitalismo visa maximizar o lucro. Se uma empresa puder vender um produto a 40 não o vende a 20 nem a 30. Se um proprietário puder vender a sua casa por 500 mil não a vende por 400 nem por 450 mil. A ‘especulação’ faz parte do sistema. Significa esticar o preço ao máximo, até onde o mercado estiver disposto a dar. Pretender o contrário é acabar com o capitalismo.

Assim, o preço de mercado de certos produtos (uns mais que outros, evidentemente) vai crescendo, afastando-se do ‘valor real’. Mas isto só funciona enquanto existe confiança e aumento do poder de compra. É como umsoufflé que cresce. Só que, quando a diferença entre o preço de mercado e o valor real ultrapassa certos limites, o balão rebenta. Todo o sistema desincha então instantaneamente. Tudo cai ao mesmo tempo: os bancos que financiam o sistema perdem valor, descapitalizam-se e cortam o crédito, as empresas ressentem-se, começam as reduções de pessoal e as falências, o desemprego aumenta, etc.

Nestas épocas de crise as pessoas entram em paranóia e começam a atribuir culpas. Arranjam-se bodes expiatórios. Pedem-se medidas exemplares.

Agora o cavalo de batalha é a ‘regulação’. Toda a gente diz que a regulação falhou. Pede--se mais regulação. A regulação é que vai resolver tudo e evitar novas crises. Acontece que o aumento da regulação tem os seus custos. Significa necessariamente aumento da burocracia. E o crescimento da burocracia traduz-se em inércia e contribui para o aumento do peso do Estado e da despesa pública. E torna-se um obstáculo ao desenvolvimento e à afirmação da sociedade civil, cuja debilidade é o grande busílis português.

Portanto, devemos manter-nos calmos, não entrar em loucuras, encarar a crise como uma válvula de escape do sistema, aperfeiçoar certos mecanismos de controlo mas não pensar que a regulação é uma varinha mágica que resolverá tudo. E perceber que ela tem o perigo de dar muito poder à burocracia do Estado – que quando se instala é muito difícil de remover." ,

José António Saraiva, Sol


Acabou-se a mancebia!

Cavaco foi eleito prometendo cooperação estratégica com Sócrates e o PS, isto é, enquanto se tratava de defender os interesses neo-liberais do grande capital, estavam todos a trabalhar para o mesmo fim.

Por isso, não pediu a fiscalização preventiva de vários diplomas apesar de se queixar em privado das institucionalidades, ou quando pediu foi apenas de uma norma ou outra que o PS se apressou a expurgar: Código de Trabalho, Regime de Contrato de trabalho para a função pública, etc.

Na questão dos Açores foi a mesma coisa, devia ter pedido a fiscalização preventiva da constitucionalidade e não o fez, optou antes por uma mensagem dramática ao país.

Por conseguinte foi obrigado a promulgar o diploma, e ontem aumentou o dramatismo...

Finalmente acabou-se a cooperação estratégica, e Cavaco está em Belém para defender os interesses de todos os portugueses.

Só lamento que tenha feito uma segunda comunicação ao país para falar disto, que não interessa à maior parte dos portugueses.

Devia falar dos problemas que assolam o país!

Falar da vergonha que é o apoio descarado à banca, o descrédito do Banco de Portugal, do Manuel Sebastão e Alta Autoridade para a Desregulação, da justiça que não funciona,etc.

Está preocupado com o umbigo, colhe o que andou a semear. 

segunda-feira, 29 de Dezembro de 2008

O Anjinho!











"Pois um mês depois da nacionalização, abre-se o computador, lê-se uma newsletter e constata-se que um dos bancos que melhores taxas oferece para depósitos a prazo, a três, seis ou doze meses é, imaginem, o BPN!

Ou será que pensam, pura e simplesmente, que todos nós, contribuintes portugueses, somos parvos? Bolas, que é demais!"


Oh, Nicolau tás surpreendido? É pena que só tenhas acordado agora! 

Durante anos a fio andaste a justificar o injustificável, com a devida vénia aos Srs. Banqueiros, e agora sentes-te defraudado como todos nós! A diferença é que não somos economistas, amigos de banqueiros, e de políticos - não nadamos em suma no mesmo "caldinho".

Vá, não fiques triste! 

Afinal tu não podias imaginar que eles fossem capazes de fazer uma coisa destas! Tu sempre acreditaste que o liberalismo é que era bom!

Claro que "somos parvos", é isso que eles pensam de nós, mas tu não estás incluído...

Ai Nicolau! Nicolau! 

Ou és um ingénuo ou grande fingidor!

Olha já agora um filme bom para ti, que talvez responda à tua pergunta:

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sábado, 27 de Dezembro de 2008

ZeitGeist, o Filme!



Finalmente legendado em Português, o Filme - Zeitgeist.

São quase duas horas de filme, mas vale a pena ver!

Descontando os naturais exageros americanos!

A Pax Americana

Antes do 11/9 li o livro O Choque das Civilizações, de Samuel Huntington, mas estava longe de imaginar que passados estes anos, a tese serviria que nem uma luva à administração neocom, para atacar o Iraque e o Afeganistão, não sob o pretexto cultural/religioso/civilizacional, mas sob o manto diáfano do pretexto do "terrorismo global". A realidade desmente a tese de S. Huntington: o que opõe os estados não são as diferenças culturais e religiosas, mas velha luta pelos recursos naturais. E aqui os americanos revelaram-se dispostos a aprovar leis inconstitucionais para atacar outros povos, forçando assim a nova ordem mundial pró-americana.

"O artigo de Huntington na Foreign Affairs foi um dos que mais provocaram respostas na história daquela revista. A tese recebeu muitas críticas de paradigmas completamente diferentes, tendo como alvos freqüentes as suas implicações, metodologia e mesmo os conceitos básicos. No livro, Huntington baseia-se principalmente em provas circunstanciais. Apesar de suas expectativas, estudos empíricos mais rigorosos não demonstraram nenhum aumento particular na freqüência dos conflitos intercivilizacionais no período pós-Guerra Fria. Na verdade, as guerras e conflitos regionais aumentaram em freqüência logo após o término da Guerra Fria, mas declinaram lenta e firmemente desde então. Entretanto, que proporção de conflitos existentes pode ser atribuída a "conflitos intercivilizacionais" e se tais conflitos aumentam em proporção ao conjunto de conflitos são questões em aberto."




God Bless America!
















"um cacique afegão que parecia muito mais velho do que os seus 60 anos, cujo rosto barbudo mostrava os sulcos de um homem carregado de obrigações como patriarca tribal e marido de quatro mulhres mais jovens.

O seu visitante, um agente da CIA, viu uma oportunidade e procurou na sua sua mochila uma pequena prenda -  "Quatro pílulas azuis. Viagra".

 "Tome uma destas. Ficará encantado", disse o agente ao chefe tribal.

O agente que descreveu o encontro regressou quatro dias mais tarde e teve uma recepcção entusiástica.

"O cacique, sorridente, ofereceu abundante informação sobre os movimentos e rotas de abastecimento dos Talibãs e pediu mais pílulas".

Mensagem de Ano Novo Alternativa!




Sim é possível uma alternativa ao pântano em que Portugal se
está a transformar!

quinta-feira, 25 de Dezembro de 2008

Espírito de Natal!

O belga Belang van Limburg, de 50 anos, solteiro e pai de dois filhos, ganhou 7,5 milhões de euros no sorteio do Euromilhões de 12 de Dezembro.Porém, anunciou que vai doar metade desse dinheiro ao centro de ajuda social municipal para os mais pobres, pois já passou por dificuldades financeiras no passado.Gesto generoso, de verdadeira solidariedade e de compreensão para a com a adversidade do outro.  E de confiança igualmente numa instituição pública para fazer bom uso desse dinheiro ao serviço dos mais pobres  - ao contrário do que por cá se apregoa.

domingo, 21 de Dezembro de 2008

Migalhas!

O Governopublicou uma portaria com as regras para ajudar os funcionários públicos em dificuldades. Tudo muito selectivo como é da praxe socialista!Depois da fatia de leão para o grande capital, umas migalhinhas regulamentadas por portaria ministerial!Tudo muito tuga e socretino!Fica sempre bem e sossega a consciência!

The Special One!



"As doutrinas da força, do líder, da vitória, do condicionamento da informação e da propaganda impuseram a 'visão positiva' do mundo e das coisas, consagraram o 'optimismo' como dogma de atitude. Os que duvidam foram definitivamente arrumados na categoria de pessimistas e frustrados. A ideologia do sucesso, a qualquer preço, com qualquer lei, domina a cena pública há anos. As ideias, os valores e as normas que regem a vida dos capitalistas e dos gestores responsáveis pelas crises e pelas fraudes são o resultado de uma consolidação doutrinária e moral com meia dúzia de décadas." 

"Vencer significa derrotar e liquidar os outros. Quem vence tem razão. E tem razão porque vence. É a democracia no seu pior. Maior. Mais alto. Mais depressa. Mais pesado. Mais forte. Mais rápido. Já não se trata de jogos olímpicos, eles próprios transformados em feira de animais. Trata-se da vida quotidiana. Para se chegar lá, ao 'topo', para se ser 'líder', tudo o que se pode fazer deve ser feito. Incluindo aldrabices, ilegalidades, golpes, mentira, publicidade enganosa e corrupção. Tudo o que justifique ganhar votos, vender mercadoria e eliminar os rivais não só pode ser feito, como deve ser feito. Sob pena de ser designado na praça pública por perdedor, incapaz ou parvo. E ninguém quer ser parvo!"

                                                                                                      

António Barreto, jacarandá

BIn Laden está vivo?


 «Não sei, mas imagino que sim».

Invadiu-se uma país e não conseguiram capturar o Bin Laden! No entanto tinham tantas certezas! Que tribunal de Nuremberga julgará estes criminosos?

sábado, 20 de Dezembro de 2008

Pinóquio!

































"O Procurador-geral da República (PGR), Fernando Pinto Monteiro, revelou hoje no Parlamento que o Ministério Público enviou um ofício ao Banco de Portugal (BdP), em 2004, onde requeria informações sobre o Banco Insular de Cabo Verde. O responsável, que foi hoje ouvido pela Comissão Parlamentar de Orçamento e Finanças, afirmou aos deputados que o BdP respondeu dias depois que não tinha qualquer registo do Banco de Cabo Verde."

Ora o Sr. Victor afirmou recentemente que:

"apenas teve conhecimento de ligações entre o BPN e o Insular em 2007, sendo que o banco apenas reconheceu controlar a instituição cabo-verdiana em Junho de 2008, já após a saída do anterior presidente, José de Oliveira e Costa, que actualmente se encontra detido em prisão preventiva por suspeitas de burla e branqueamento de capitais, entre outros crimes.

Na mesma ocasião, Vítor Constâncio garantiu ainda que o Banco de Portugal nunca recebeu informações do Ministério Público a respeito do Banco Insular. A descoberta destas imparidades e o reconhecimento, por parte do BPN, de que o Insular era por si controlado, levaram ao colapso do banco e à sua recente nacionalização."


Quem está a falta à verdade?

Paulo e Victor Zangados!



























Paulo Teixeira Pinto, ex-presidente do BCP, vai mover uma acção contra o Banco de Portugal e o seu governador. Em causa está a notificação genérica que o supervisor fez ao ex-gestor e da qual não consta nenhuma assinatura sua nos documentos apresentados.

Realmente está mal! 

O Teixeira tem razão: imputarem-lhe factos passivéis de procedimento criminal é um crime! E uma ofensa! Afinal trata-se de uma pessoa de bem! E não de um banqueiro delinquente, como escreveu o Mário Soares!

Boa!

O Sonso!

Finalmente os "pequenos" investidores do banco dos ricos encostam o Rendeiro à parede e movem-lhe uma acção em tribunal. Para quem escreveu um livro de auto-elogio, ( presumo que não debitou a conta ao falido BPP), "Um Bamqueiro de Sucesso", e leva um banco à falência, e ainda tem a arrogância de dizer publicamente e sonsamente que não há culpados, apenas alterção das circunstâncias - está na hora de justificar-se em tribunal. Os portuguese confiaram  nesta gente que os "enganou" com falsos investimentos, segundo se diz, por isso têm de ser responsabilizados. São estes que levam o país à falência!

Ainda tem a lata, depois de ter sido despedido em Assembleia Geral, em propor "il amico" José Luís Júdice, para lhe suceder no cargo. Os amigos são para as ocasiões!

sexta-feira, 19 de Dezembro de 2008

O Poeta do BPP

Afinal o poeta Alegre escreveu um textinho pela módica quantia de 1500 euros para o BPP, na publicidade que financiou no Expresso.


Ai! Estas promiscuidades do Poeta de Águeda!

Obrigação de revelar filiação Maçónica!

"António Arnaut assumiu que a organização secreta "inspirou ou participou em todas as grandes reformas, sociais e políticas, dos últimos 250 anos". "Deixou uma marca impressiva na história do nosso sistema jurídico", defendeu, exemplificando, apenas, com leis e códigos anteriores a 1975.

O ex-grão mestre do GOL ainda confessou que "a Constituição actual tem muito espírito maçónico", porque os membros eleitos para a Assembleia Constituinte, "muitos pelo PS e outros pelo PSD, eram praticamente todos maçons". Porém, nada disse sobre a influência da maçonaria na s reformas dos últimos 32 anos."


Na Inglaterra um Magistrado é obrigado a revelar a sua filiação maçónica, em Portugal não! Porquê?





O que é Maçonaria?






"Mas porquê?

Porque esse sector mais poderoso do GOL não está contente com Sócrates - e isso acontece já desde que a deriva autoritária, inseparável do estilo colérico do primeiro-ministro, começou a impor-se com maior descontrolo e radicalismo sobre as liberdades públicas, maxime a liberdade de expressão (v.g. o caso do Dossiê do currículo). Esse sector entende que essa política anti-democrática de direita cesarista e capitalista de Sócrates põe em perigo as conquistas da Maçonaria no Estado (o político-mediático-económico-institucional) e terá como consequência inevitável a reforma do regime. Nessa reforma, se continuar a agravar-se o confronto apenas político, ou revolução, se a situação economico-social se precipitar, esse sector entende que, nada sendo feito entretanto, a Maçonaria perderá o seu domínio quase-absoluto do Estado português, uma consequência mais próxima quanto aumenta o radicalismo do acossado Sócrates.

No plano economico-social, a conjuntura económica deslizante para a grande depressão arrastará as classes baixa e sectores menos protegidos da classe média para o sufoco financeiro, o desemprego e a fome, ao mesmo tempo que fecham empresas industriais e também comerciais e se protegem os bancos, grandes construtoras e multinacionais. A contestação social tornar-se-á mais activa contra o Partido Socialista de Sócrates, a esquerda de Louçã e Jerónimo subirá nas sondagens-sondagens sob a aliança com a facçãop alegre e o PSD beneficiará à direita da desordem económico-social. Não é só o Partido Socialista que (des)governou Portugal em 10 dos últimos 13 anos que perderá o poder: é o próprio regime (e os interesses económicos a ele ligados) pacientemente dominado pela Maçonaria que será mudado."

quarta-feira, 17 de Dezembro de 2008

Desprestigiado e sem alternativa

José Sócrates é um primeiro-ministro absolutamente desprestigiado (não há português que não tenha vergonha do curso dele na Independente, ou que não se arrepie com as notícias sobre os projectos por ele assinados quando trabalhou numa Câmara beirã como engenheiro técnico ou agente técnico de engenharia, para já não falar do seu estilo colérico, ou do ar postiço com que encena o seu Governo), à frente de um Governo completamente desprestigiado (desde o anedótico Manuel Pinho ao jamais de Lino). É difícil aparecer em público sem ser apupado, mesmo que vá inaugurar um combóio eléctrico, como aconteceu há dias no Barreiro.

Os números oficiais do INE mostram que o PIB per capita de Portugal se afastou mais da média europeia entre 2005 e 2007 - o que só pode dever-se a um mau Governo. As negociatas proliferam (e as obras públicas vão ser um autêntico bodo aos ricos), e os dirigentes influentes do PS e próximos de Sócrates, como Jorge Coelho ou Pina Moura, lá estão a postos para as aproveitarem.

E ainda assim as sondagens lá continuam a dar o PS à frente - porque não há oposição. O PSD de Manuela Ferreira Leitre, mesmo melhorando muito em relação ao PSD de Luís Filipe Menezes, continua um partido sem rumo, que levará muito tempo a pagar a leviandade com que correu Marques Mendes, só por não saber passar o seu tempo de oposição. O CDS deixou de existir há muito, a não ser que se torne indispensável para uma maioria (única ambição do seu líder, dificilmente partilhada pelo eleitorado). E a esquerda à esquerda do PS, BE e PCP, não desce ao real.

Talvez Alegre acabe por ser útil, se copnseguir que uma esquerda alargada, do PS ao BE, entre numa real alternativa (que não obrigue ao menos os contribuintes a pagarem a não falência de um BPP que só aceitava clientes com mais de 250 mil euros), e volte a privilegiar as políticas sociais em vez da salvaç\ao dos financeiros gananciosos que estão em risco de falência.

terça-feira, 16 de Dezembro de 2008

Tachismo!


"O dr. José Paulo de Carvalho foi eleito pelo partido. Não foi sequer eleito directamente, veio substituir um deputado. Livremente entende sair. O natural seria que devolvesse o mandato à instituição que o elegeu. Afinal, tanta conversa sobre princípios e tão pouco desprendimento aos cargos", disse Paulo Portas.


Assim, vai a democracia interna do PP e a dedicação à causa pública

segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008

"Dog"!

domingo, 14 de Dezembro de 2008

Magistrados fora da Opus e da Maçonaria

"Tenho alguma dificuldade em perceber, em democracia, as sociedades secretas. Grupos como a Maçonaria ou a Opus Dei tinham razão de ser na ditadura, mas levantam-me sérias dúvidas numa sociedade democrática. E o que eu pergunto é se não serão mais perigosos esses compromissos do que os existentes no futebol profissional. Não será mais pernicioso ter juízes nessas sociedades, o que todos sabem que acontece?", interroga Pedro Mourão.

Cancro da democracia 2

A antiga Loja Regular é, com o Grande Oriente Lusitano, a maior organização maçónica em Portugal. Calcula-se que quase 5 mil portugueses sejam «pedreiros livres». Entre eles, muita gente poderosa que respeita os princípios da Maçonaria de não divulgar a identidade dos seus membros, manter os segredos e ritos da organização e, muito importante, ajudar os outros maçons.
A revista «Sábado» publicou uma reportagem em que se afirma que dez dirigentes dos Serviços Secretos portugueses pertencem à Maçonaria. Directores, responsáveis pelo recrutamento, directores de área, directores de recursos humanos e um responsável pelo acompanhamento das fontes dos espiões seguem, todos, a obediência maçónica.

A TVI teve acesso a documentos internos da Grande Loja de Portugal que vinculam o director dos Serviços de Informação Estratégicas de Defesa a este «tronco» da Maçonaria. O chefe dos espiões pertence à «Loja Mozart». Mas também o Grande Oriente Lusitano está bem servido de espiões. Hector Romana director de pessoal do SIS e do SIED pertence à «Loja Universalis» e tem o número de inscrição 2732.

Almeida Ribeiro é outro conhecido membro da «Loja Universalis», com o número de Maçonaria 1658, é do gabinete de José Sócrates e está requisitado ao SIS. O grão-mestre do Grande Oriente Lusitano, que também pertence à «Loja Universalis», não acha que estes factos ponham em causa a independência dos espiões.

Para os leigos estas regras de comportamento não são completamente claras. As escutas do processo «Portucale», em que se investiga se governantes privilegiaram negócios de um grupo privado, não dão muita confiança. Nelas se pode ouvir o maçom Abel Pinheiro a interceder para que Paulo Portas apoie a nomeação do actual ministro da Administração Interna, e maçom do Grande Oriente, Rui Pereira para procurador-geral da República. Pode-se ouvir Abel Pinheiro a pedir a Rui Pereira que se informe sobre uma investigação que interessa ao CDS, e pode-se, ainda, ouvir Abel Pinheiro a informar o antigo ministro do PSD e maçom Rui Gomes da Silva que um secretário de Estado da Administração Interna do Governo de Sócrates foi iniciado na Maçonaria.

Apesar das boas intenções apregoadas, tantos maçons em lugares chave dos Serviços Secretos e tanta influência podem suscitar alguns receios.

O Cancro da democracia


Maçonaria / Opus Dei - Sociedades Secretas e sua influência nefasta em Portugal

"A Maçonaria e a Opus Dei são dois cancros que minam a Civilização Ocidental e a conduzirão ao declínio e à morte.

A Maçonaria e a Opus Dei são duas organizações secretas, sectárias, nefastas para os Povos e sumamente perigosas.

Conheço ambas. Conheço as filosofias informadoras, rituais, sinais, toques, correntes, códigos.Não interessa como nem porquê.

Não passam de agências de vontades para obter o poder. Poder Político, Económico, Social.

Ambas têm no seu seio indivíduos de todas as classes sociais, credos políticos, tendências religiosas.

A Maçonaria tem também membros do clérigo entre os seus membros.

Em comum: Atingir o Poder Terreno. Nenhuma delas tem como fim o melhoramento da vida humana. Só o Poder lhes interessa. O Poder Real, maxime o Poder Político.

O Papa João Paulo II terá dito , num diálogo com o Superior-Geral dos Salesianos D. Egidio Vigano quando este comentou : "Santidade, nós não somos poderosos, mas sim humildes e inquietos trabalhadores", tendo o Papa dito: "Não, não ... para realizar o bem é necessário Poder, já dizia S. Tomás de Aquino". O episódio é relatado no boletim oficial dos padres salesianos famiglia Salesiana." In. O Labirinto da Conspiração. José Goulão. Ed. Nosso Mundo. Caminho.

O que me faz lembrar o filme "O Nome da Rosa", na parte em que uma jovem , lindíssima, se prostituía no Convento para comer "bofe", e se prostituía com o Remigio, um deformado padre que depois foi sentenciado e torturado pela Inquisição! Depois de os desgraçados terem feito bicha para entregar o dízimo, com galinhas, porcos, cereais.

Na Maçonaria as coisas são as iguais. É o Poder Político o fim.

As lojas Maçónicas funcionam como o lugar em que os irmãos se juntam, se instrumentalizam para se protegerem uns aos outros, em nome do Poder. Do Poder deles.

Juizes, militares, políticos, banqueiros, empresários, alguns clérigos, unem-se em rituais de ajuda mútua, de apoio mútuo, para dominarem.Secretamente.

Primeira obediência é ao seu superior na Maçonaria e na Opus Dei.

A parte mais perigosa para a Democracia e para os Direitos dos Povos tem a ver com as iniciações de magistrados nas lojas maçónicas.

Os juízes e magistrados do Ministério Público prometem defender os irmãos maçons, proteger-se uns aos outros.

Juízes de avental, em rituais pagãos , prometendo apoio mútuo, significa falta de imparcialidade e isenção, significa injustiça , significa a perdição para as sociedades.

Depois vem o resultado: Políticos consecutivamente absolvidos, protegidos, processos que não andam, revolta social, atraso, miséria moral, miséria económica.

São a Maçonaria e a Opus Dei as duas organizações responsáveis pela miserável situação em que os portugueses vivem.

Quem quer obter o Poder tem de estar arregimentado na Maçonaria ou na Opus Dei.

À vez cada das sociedades secretas protege os seus membros e dividem o Poder entre si ,sobretudo em épocas de crise.

O Povo, essa massa anónima , vive sob o jugo desta gente sem moral nem pudor, que se vai apoderando do Poder, para seu benefício próprio.

O Poder Judicial é dividido a meias pela Maçonaria e pela Opus Dei. Quando a Maçonaria domina a Procuradoria Geral da República , a Opus Dei domina o Supremo Tribunal de Justiça e vice-versa.

Num Mundo multipolar, os EUA vão perdendo o Poder a favor da Rússia e da China, da Indía e do Brasil, do Paquistão e da Austrália. Nos Estados Unidos e nos países Europeus, a "Velha Europa" , a Maçonaria e a Opus Dei dividem o bolo do Poder. Sempre para benefício próprio.

A Civilização Ocidental está a perder força. Os valores da Maçonaria e da Opus Dei estão a ficar cada vez mais pobres , perante outras civilizações , a Russa e a Chinesa, que têm filosofias diferentes.

É tempo de inverter a situação.

É tempo de serem proíbidas as organizações secretas, como estão proíbidas em Itália, mesmo ao nível da Constituição.

Contudo , cabe dizer que temos de fazer uma limpeza neste estado de coisas. Sem o que não haverá Justiça, Desenvolvimento, Progresso Económico nem Social em Portugal."

O Oportunista!


«Pai, não volte à política».- Filha de Nobre Guedes

segunda-feira, 8 de Dezembro de 2008

Os Comunistas Portugueses!



"Olhe-se para aquele Congresso e a importância dos seus rituais de identidade, emotivamente sentidos, para se perceber que estamos perante um partido-comunidade, com a sua carga de “vida” toda (como os seus militantes mais velhos, e a idade pesa no PCP, diziam) , com uma história densa de sentido, muitas vezes para os delegados uma história familiar, familiar de família, familiar de terra, e um sentimento de pertença que supõe abandono de vantagens materiais, muitas vezes perseguições e prejuízos, ausência de carreira, “dedicação” a valores como o “partido”, em primeiro lugar, depois, à “revolução”, seja lá qual for o sentido que cada um atribui à palavra.

É um partido que tem para os seus militantes uma carga não apenas política mas também moral, é um partido-moral, o “único” do sistema político português."

"Não importa que A ou B, dirigente, funcionário, militante, faça o mesmo que os membros dos partidos “burgueses”, seja ambicioso, invejoso dos seus “camaradas”, se aproveite das suas funções para abusar, meta a mão na caixa, cometa todas as aleivosias, que o “partido” como “colectivo” está acima dessas coisas, permanece intacto no imaginário dos comunistas."

Pacheco Pereira, Abrupto

Nota: 

"espelho meu, espelho meu ? Há alguém mais belo do que eu?"

E que tal começares por ti!


"O mais curioso é que, embora a imprensa escrita e falada seja intensamente opinativa, nunca se assume em termos políticos. Não existe em Portugal o alinhamento ideológico explícito de jornais e emissoras de referência que existe em todos os países. O público não é informado da orientação do meio que escolheu, porque todos dizem apenas a verdade. Todos os repórteres têm opinião, mas todos são isentos de orientações e partidarismos. Os resultados são caricatos."  João César das Neves
Professor universitário naohaalmocosgratis@fcee.ucp.pt

O idiota útil!


Sobre MFL:

"Percebo que é vítima de uma conspiração. Por outro lado, é uma pessoa diferente, que não faz o que parece bem, não fala porque a mandam, não diz o que é preciso para agradar ao povo, tem a coragem de ser ela própria. E o ser diferente, num mundo de cidadãos padronizados, de robôs que dizem o que lhes mandam e só fazem o que é previsível, é uma insubstituível qualidade. Aliás, não é disso exactamente que se faz o carisma?  O carisma dos políticos não se faz a partir do que é invulgar, do que não vem nos compêndios, do que surpreende ou até choca?"

Sobre Oliveira e Costa ( BPN):

"Confesso que à saída do encontro com aquele homem, não sabendo se ele tinha ou não razão no que toca aos perdões fiscais, estava tentado a compreendê-lo: Oliveira e Costa parecia uma pessoa sacrificada ao interesse público, vestindo modestamente, trabalhando muitas horas num espaço soturno, dando o seu melhor."

Comparando Marinho Pinto com Oliveira e Costa:

"E que Oliveira e Costa me surpreendeu enormemente – levando-me a pensar que quem tinha razão nessa época era mesmo António Marinho e não eu. É verdade que Oliveira e Costa continua a dar a mesma ideia de pessoa modesta, um burocrata vestido de forma desimportada, usando fatos escuros um tanto amarrotados; mas atrás dessa imagem quase humilde escondia-se um tubarão, um negociante que com grande à-vontade lidava com milhares de milhões e aparentemente desviava alguns para os próprios bolsos, um homem que se vivesse em Nápoles nós imaginaríamos ligado à Mafia.
Se António Marinho ainda fosse António Marinho e não Marinho Pinto, não tenho dúvidas de que estaria hoje a tratar deste caso. E que não deixaria cair no esquecimento nada relacionado com este homem a quem ele foi o primeiro a apontar o dedo."

José António Saraiva, SOL

domingo, 7 de Dezembro de 2008

À beira do fim!

"O REGIME DEMOCRÁTICO português é frequentemente elogiado. Ou antes, foi. Instalou-se em poucos anos. Tem resistido à prova do tempo. Já foi considerado o “bom aluno” da Europa. Há mesmo quem pense que foi a primeira “revolução democrática” a preceder todas as outras de Leste e alhures. Na verdade, não foi. Terá talvez sido, com as suas ilusões absurdas, a última revolução socialista, mas é indiferente. Nesta democracia que já foi “exemplar”, as recentes agitações financeiras abriram definitivamente uma ferida tão repetidamente mencionada mas raramente concretizada: a da promiscuidade. Infelizmente, os costumes locais não fazer a distinção entre fraude, corrupção e promiscuidade. Para muitos, é a mesma coisa. Ora, não é. A promiscuidade entre a política e os negócios pode ser perfeitamente legal, mas pode matar um regime. Pode levá-lo ao colapso, mas legalmente. A política como fonte de acumulação primitiva de uma classe recém-chegada pode utilizar apenas meios legais ou, no máximo, não recorrer a ilícitos. Até porque os verdadeiros patrícios do regime português têm sabido fazer as leis capazes de sustentar as festividades."  

António Barreto

BPN


 
06 Dezembro 2008 - 00h00 

Relatório & Contas

O BPN e o futebol

O BPN (Banco Português de Negócios) não apenas investiu muitos milhões de euros no futebol, em campanhas de publicidade com destacadas figuras do mundo da bola, como – descobriu-se agora – distribuía generosamente crédito por dirigentes e empresários do futebol, em especial do Norte e ligados ao FC Porto. 

Todos se lembram das campanhas de promoção do banco personalizadas por Scolari e Luís Figo, que até viria a tornar-se accionista com uma quota de 2%, ou da operação conseguida por Oliveira e Costa para fazer do BPN patrocinador oficial do Euro’2004. Mas o que este jornal revelava há dias era o desfalque de mais de 25 milhões de euros, desviados numa sociedade financeira ligada ao grupo e sediada no Porto, a Créditus, onde um homem de toda a confiança de Oliveira e Costa, Óscar Silva, ‘distribuiu’ milhões de crédito, hoje malparado, por gente ligada ao futebol, em especial ao FC Porto, como Joaquim Pinheiro, vice-presidente do FC Porto e homem de confiança de Pinto da Costa, ou de Rui Pinheiro, um e outro irmãos de Reinaldo Teles. Ou do conhecido empresário António Araújo – dono de uma off- -shore e o homem da famosa ‘fruta’ das gravações do ‘Apito Dourado’ – ou de Nélson Almeida, empresário que tem jogadores como Hulk ou Bruno Moraes, e Rui Neno, que patrocinava Bosingwa ou Bruno Alves, todos clientes da referida Créditus. Foram então intentadas dezenas de acções contra clientes relapsos ou feitos acordos extrajudiciais com alguns deles. O responsável da Créditus demitiu-se e comprometeu-se a devolver cerca de 25 milhões de euros ao BPN mas Oliveira e Costa deu-se por satisfeito e tudo acabou abafado. Enfim, problemas para um banco agora nacionalizado, nosso!

UM ACTIVO ‘EXTRAVAGANTE’

Mas o caso, porventura, mais espectacular foi a descoberta daquilo a que o dr. Miguel Cadilhe chamaria 'um activo extravagante' quando, chegado ao banco, foi ali encontrar nada menos do que 5 milhões de moedas de prata comemorativas do Campeonato da Europa de 2004, guardadas e arrumadinhas como se nada fosse. As moedas estavam avaliadas em 40 milhões de euros mas o seu valor real, a preço de emissão, andará pelos 58,8 milhões. E aqui, de novo, aparece o futebol. A FPF terá recebido, segundo o nosso jornal disse na altura, cerca de 25 milhões pela sua parte (decreto 275/2003, 50% do diferencial entre o valor facial, 8 euros, e os correspondentes custos de produção), mas a ‘Relatório & Contas’ o dr. Madail garantiu que 'foram apenas 6 a 7 milhões de euros'. Sempre quero ver o que vão agora fazer dos 5 milhões de moedas…

Rui Cartaxana

Os donos do mundo

História Maçonica de Portugal


La primera Gran Logia de Portugal, creada en 1804, tuvo por Gran Maestre a José de Sampaio e Mello Castro y como Gran Orador a José Liberato, fraile agustino del convento lisboeta de San Vicente. Se crearon, a continuación, otras logias en Oporto y Santarem, en un ambiente de moderada libertad que perduró hasta 1815, fecha del Congreso de Viena, en el que las potencias conservadoras europeas convinieron la represión de cualquier movimiento liberalizador que pudiera evocar el bonapartismo. La utilización por Napoleón de los conocimientos y capacidades de notorios masones, sobre todo en su reorganización de los países de la Europa meridional, acarreó a la Masonería la animadversión de casi todas las monarquías conservadoras, que la identificaban con el ideario de la Revolución francesa.
En 1817 fué ahorcado el Gran Maestre Gomes Freire de Andrade y en aquel mismo año fué prohibida la Masonería en Portugal. Al igual que en España, se produjo un movimiento liberal en 1820 que hizo posible el regreso de los masones exiliados, siendo elegido Gran Maestre Cunha Soto-Maior en 1820 y Silva Carvalho, en 1823, bajo la corona de Juan VI , retornado del Brasil e instalado en el trono por los liberales. Ello permitió reagruparse a los masones, que dieron a la Gran Logia el nuevo nombre de Gran Oriente Lusitano, adoptando el Rito Francés. Sin embargo, duró poco la buena voluntad de D.Juan y aún fueron peor las cosas con su sucesor, Miguel I, debiendo entonces exiliarse de nuevo numerosos masones portugueses, hasta que la revolución de 1833 colocó en el trono a D. Pedro I, tambien retornado del Brasil, donde, en su día, había buscado refugio la familia real durante la ocupación napoleónica. D.Pedro había recibido la iniciación masónica en Rio de Janeiro, en 1822.

Durante el reinado de D.Pedro no sufrió persecución la Masonería en Portugal, aunque el regreso de los nuevos exiliados creó una situación confusa, ya que la Masonería interior y la del exilio no siempre habían actuado coordinadamente. El Supremo Consejo del Rito Escocés Antiguo y Aceptado fué fundado en 1842.

Sin embargo, los desacuerdos fragmentadores duraron hasta 1869, en que, como había ocurrido en España, se llegó a una situación política más favorecedora de las libertades. Las varias formaciones masónicas que habían surgido entre 1834 y 1869 se fusionaron, formándose el Gran Oriente Lusitano Unido con las dieciocho logias activas existentes entonces. Algo después, el Gran Oriente Lusitano extendió su jurisdicción territorial a España, donde un número importante de Logias (muchas, andaluzas) trabajaron bajo sus auspicios hasta que, unidas, pasaron a formar luego la primera Gran Logia Simbólica Española.

Miembros del Gran Oriente Lusitano desempeñaron importantes papeles en pro de la democratización y laicización de la sociedad portuguesa (Liga Nacional de Instrucción, Academia de Ciencias Libres, etc.), apoyando ciudadanamente el advenimiento de la República, en 1910, cuando la Obediencia contaba ya con más de 100 logias.

La dictadura de Oliveira Salazar prohibió la Masonería en Portugal mediante su ley de 1935, a semejanza de lo que habían hecho las dictaduras italiana y alemana y haría la española, desde 1936 (las dictaduras comunistas hicieron lo mismo). Sin embargo, y afortunadamente, la persecución de los masones no alcanzó nunca en Portugal las dimensiones que tuvo en España. El Gran Oriente Lusitano Unido fué recreado en 1974, a la caída de Salazar, recuperando su sede tradicional de la lisboeta rua do Grémio.

A partir de 1984, varias logias inician un movimiento de aproximación a la Masonería anglosajona y a sus criterios de “regularidad”, surgiendo en 1990 una Gran Logia Regular de Portugal , que fué inmediatamente “reconocida” por las Obediencias masónicas de escuela anglosajona y que había de tener azarosa vida. En efecto, durante esa década se escindió la nueva entidad, dando paso a una Gran Logia Legal de Portugal y creando una importante confusión jurisdiccional (sobre todo, para la Gran Logia Unida de Inglaterra).

Finalmente, en 2002, abandonando el quimérico terreno de las definiciones inglesas de “regularidad”, doce logias regulares tradicionales constituyeron la Gran Logia Nacional Portuguesa, presidida por el Muy Respetable Gran Maestre Alvaro Nascimento Carva, entrando a formar parte de la Confederación de Grandes Logias Unidas de Europa. Con base en esa Obediencia y con el apoyo del Supremo Consejo de Francia, surgió el actual Supremo Consejo de Portugal del Rito Escocés Antiguo y Aceptado.



yes, we can

"Em relação a esta política, defendemos a convergência de diversos sectores, camadas e até de forças políticas e personalidades que estejam preocupados com o país".

É possível uma alternativa de esquerda para derrotar o governo pró/banqueiros do Eng. Téc. Sócrates.

É preciso ultrapassar velhos ódios e preconceitos ideológicos.

Manuel Alegre tem que se demarcar, caso contrário é uma fraude política, e o BE não pode ser a muleta que o PS precisa, para encurralar o PCP.

Os Sócretinos estão assustados com o vigor do pc renovado e já promovem almoços com Manuel Alegre, e manipulam sondagens, através do seu apaniguado Oliveira e Costa da Eurosondagens.

Estão com medo de quê?

RIP

Li na minha juventude o livro de Alçada Baptista, Peregrinação Interior, e posteriormente o primeiro romance, cujo título não recordo.

Foi uma leitura que me marcou pelo compromisso, e empenhamento cultural, cívico, e político,por parte de um homem cristão, num tempo marcado pelo fascismo salazarista.

Alçada Baptista é uma figura cimeira de uma geração de cristãos que se empenharam na transformação mundo!

RIP

O Caso Maddie 2




Uma mãe de 33 anos de idade foi condenada por sequestrar a própria filha no norte da Inglaterra, na tentativa de receber o dinheiro da recompensa, num caso que teve grande repercussão no Reino Unido

sábado, 6 de Dezembro de 2008

O Meu Amigo Abdul Rahman El-Assir


O amigo libanês de Manuel Dias Loureiro, Abdul Rahman El-Assir, é um dos maiores devedores do Grupo Banco Português de Negócios (BPN), com um crédito malparado superior a 40 milhões de euros.

Abdul El-Assir tem seis créditos contratualizados junto do Grupo BPN que totalizam 42 milhões de euros e que foram considerados de cobrança duvidosa. 

Em causa estão três empréstimos concedidos directamente a El- Assir pelo BPN no valor de 30 milhões de euros e outros três de 12 milhões de euros obtidos via BPN Cayman.

O empresário libanês tornou-se cliente do BPN nos primeiros anos desta década, período em que Dias Loureiro era administrador executivo e accionista da instituição financeira e da SLN. 

O financiamento coincide ainda com o momento em que El-Assir vendeu à SLN duas empresas com sede em Porto Rico por 56 milhões de euros, negócio que foi contestado internamente pela equipa de técnicos que avaliou a operação, chefiada pelo economista Jorge Vieira Jordão (hoje na Caixa Central de Crédito Agrícola).

O texto publicado em 2005 pelo PÚBLICO, Dias Loureiro salientou que El-Assir o convidou “várias vezes para caçar com o Rei de Espanha e jogar golfe” e que foi ainda por seu intermédio que conheceu o ex-Presidente dos EUA Bill Clinton e o presidente do Partido Democrata norte-americano, Terry Macauliffe, o homem que trata das finanças dos democratas. 

“Jantei com Bill Clinton nas casas dele [El-Assir] em Madrid, Barcelona e Londres.” El-Assir deslocava-se então com frequência a Marbella, no Sul de Espanha, onde era vizinho dos pais de Agag. 

Loureiro acrescentou que ele era amigo do Rei de Espanha e do neto de Franco [Francis Franco], “com quem tenho estado” e que já se encontrou “umas seis vezes” com Juan Carlos na casa de El-Assir para caçar. 

A imprensa espanhola chega a pôr em causa algumas das ligações de Juan Carlos. 

Eles comem tudo, e não deixam nada!


Manuel José Dias Loureiro e Jorge Coelho são accionistas da Valor Alternativo, uma sociedade anónima gestora que administra e representa o Fundo de Investimento Imobiliário Valor Alcântara, que foi constituído com imóveis adquiridos com o produto de reembolsos ilícitos de IVA, no montante de 4,5 milhões de euros. A Valor Alternativo e o Fundo Valor Alcântara têm a mesma sede social, em Miraflores, Algés, e os bens deste último já foram apreendidos à ordem de um inquérito em que a Polícia Judiciária e a administração fiscal investigam uma fraude fiscal superior a cem milhões de euros.


terça-feira, 2 de Dezembro de 2008

Esfola o contribuinte!













Um banco falido,

Um banqueiro que escreve um livro de auto-elogio: " um banqueiro de sucesso",

Gestores a receber cerca de 230 mil euros mês...mais as restantes mordomias...

João Reendeiro, gestor e também accionista do BPP, não é reconhecido pelos seus pares.

Que traição! 

A plebe desconfia do auto-elogio, mas os banqueiros não perdoam: rua com ele!

Depois essa figura sinistra do submundo político-empresarial e judicial: José Júdice, também ele envolta na negociação.


Que país é este, em que se esfola o contribuinte para pagar os génios da finança e da política, que na altura de coomer a fatia de leão exigiam o estado mínimo, agora para pagar os prejuízos o estado deve ser máximo.

Ah! Grandes Patriotas!

Ah! Grandes Socialistas, Sem Socialismo!

Um dia vocês ainda acordam sem cabeça: lembram-se da nobreza francesa?

Gozem enquanto podem!


segunda-feira, 1 de Dezembro de 2008

Oliveira e Costa na prisão